Para selecionar os dispositivos de entrada e saída é necessário saber em primeiro lugar o que o cliente deseja. Em seguida, selecione o hardware e software, pesquisando na Internet possíveis soluções. Depois de determinar qual dispositivo de entrada ou saída supre as necessidades do cliente, você deverá determinar a forma de conectá-los ao computador. A Imagem 1 apresenta os conectores mais comuns de entrada e saída.
Os técnicos devem ter uma boa compreensão de diversos tipos de interfaces:
- FireWire (IEEE 1394) - Transfere dados a 100, 200 ou 400 Mb/s e o IEEE 1394b a 800 Mb/s.
- Paralelo (IEEE 1284) - Transfere dados a uma velocidade máxima de 3 MB/s.
- Serial (RS-232) - As primeiras versões foram limitadas a 20 Kb/s, mas as versões mais recentes podem atingir taxas de transferência de 1,5 Mb/s.
- SCSI (Ultra-320 SCSI) - Conecta até 15 dispositivos com uma taxa de transferência de 320 MB/s.
A interface USB é muito difundida e utilizada por muitos dispositivos diferentes. A Imagem 2 apresenta os plugs e conectores mais comuns do USB 1.1 e 2.0. A Imagem 3 apresenta os plugs e conectores mais comuns do USB 3.0.
A interface SATA tornou-se comum nos últimos anos. O SATA é a substituição do IDE e EIDE como a interface padrão dos discos rígidos e SSDs. Os cabos SATA são mais fáceis de conectar, pois eles possuem apenas duas extremidades e não precisam de jumpers. Além disso, se a placa-mãe suportar a conexão automática (hot-plugging), as unidades eSATA podem ser conectadas com o computador ligado. A Imagem 4 compara as velocidades entre PATA e SATA.